C6 Carbon Mastercard é um cartão de crédito do C6 Bank, com 1,7% de cashback, com programa de pontos C6 Átomos. Compare condições e solicite aqui.
Grátis, sem compromisso
Anuidade
R$ 1.176
Cashback
1,7%
Programa de pontos
C6 Átomos
Bandeira
Mastercard Black
O C6 Carbon é o cartão mais alto do C6 Bank, um degrau acima do C6 Black. É um Mastercard da categoria Black com anuidade de R$ 1.176 por ano, pensado para quem gasta bastante, tem dinheiro aplicado ou renda alta e quer concentrar tudo em um cartão premium. A proposta do cartão C6 Carbon gira em torno de três coisas: acumular pontos no programa C6 Átomos com taxas mais generosas, converter esses pontos em até 1,7% de cashback e aproveitar os benefícios que a bandeira Mastercard Black carrega. Antes de pedir, vale entender como cada peça funciona na prática e, principalmente, em quais situações a mensalidade some do seu extrato. É um cartão de faixa alta, com exigência alta, então a conta precisa fechar.
O coração do C6 Carbon é o programa de pontos C6 Átomos. Nas compras internacionais, o cartão acumula até 3,5 pontos por dólar gasto, uma taxa acima do que a maioria dos cartões entrega. Esses pontos não ficam parados: você pode convertê-los em cashback, com retorno de até 1,7% sobre o valor gasto. Vale reforçar o "até": a taxa cheia depende do tipo de gasto e das condições vigentes, então confirme no site oficial qual acúmulo se aplica ao seu perfil de consumo.
Um exemplo ajuda a enxergar. Digamos que você gaste R$ 5.000 em um mês e converta tudo em cashback na faixa de 1,7%. Isso devolve cerca de R$ 85 no mês, ou algo perto de R$ 1.020 ao longo de um ano com esse mesmo ritmo. Em compras internacionais, os até 3,5 pontos por dólar rendem mais para quem transfere pontos a companhias aéreas e sabe resgatar passagens com bom valor por ponto. Se você não acompanha o jogo das milhas, o caminho mais simples e previsível é converter em cashback e pronto.
A anuidade cheia do C6 Carbon é de R$ 1.176 por ano. Quando não há isenção, o custo aparece como uma mensalidade de R$ 98. O C6 Bank oferece três caminhos para zerar essa cobrança, e basta cumprir um deles: gastar a partir de R$ 8.000 por mês no cartão, manter pelo menos R$ 50.000 aplicados em renda fixa do C6, ou ter R$ 1 milhão em investimentos no banco. Cumprindo qualquer uma dessas condições, a mensalidade some. Caso contrário, você paga os R$ 98 por mês.
Aqui está a conta que muita gente pula. R$ 8.000 por mês é gasto real, não simbólico: forçar consumo só para bater a meta é torrar dinheiro para economizar R$ 98. Só faz sentido se esse gasto já aconteceria de qualquer jeito. A rota da renda fixa costuma ser a mais indolor: R$ 50.000 aplicados em renda fixa do C6 continuam seus, rendendo juros, e ainda te livram da mensalidade. Já a exigência de R$ 1 milhão em investimentos é para um público bem específico de alta renda. Se você não bate nenhuma das três, o Carbon custa R$ 1.176 no ano, e você precisaria de um volume alto de gasto convertido a 1,7% só para o retorno empatar com esse custo. Faça essa conta antes de assinar.
Dois benefícios práticos do C6 Carbon são a quantidade de cartões adicionais e as C6 Tags. Você pode emitir até 10 adicionais sem custo, o que ajuda a dividir o cartão com a família e a concentrar todo o gasto da casa em um único acúmulo de pontos. Cada adicional soma no seu extrato e no seu retorno, então bem usado ele ajuda a bater as metas de gasto da isenção sem esforço artificial.
As C6 Tags são as tags de pedágio e estacionamento do banco: o Carbon dá direito a até 4 delas sem custo. Para quem roda muito de carro ou usa estacionamentos com pagamento automático, isso elimina filas e a mensalidade que outras empresas de tag cobram à parte. O cartão também carrega os benefícios que a Mastercard Black oferece por padrão, como serviços de concierge e algumas proteções de compra, que variam com o tempo. Confirme a lista atualizada no site oficial antes de contar com um benefício específico.
O C6 Carbon vale a pena para quem gasta R$ 8.000 ou mais por mês de forma natural, ou tem R$ 50.000 em renda fixa do C6, ou se enquadra na faixa de R$ 1 milhão em investimentos. Nesses casos a mensalidade zera e você fica com Átomos, cashback de até 1,7%, os adicionais e as tags de graça. Também compensa para quem já é cliente C6 e quer concentrar banco, investimentos e cartão premium no mesmo app, e para quem gasta muito em compras internacionais e sabe extrair valor dos até 3,5 pontos por dólar.
Não vale para quem gasta pouco no cartão e não tem como cumprir nenhuma das isenções: pagar R$ 1.176 por ano por um cartão que você usa R$ 2.000 por mês raramente compensa. Não vale para quem quer um cartão para começar a organizar a vida financeira, porque o Carbon passa por análise de crédito, não é voltado para negativado e não é cartão de entrada. E não vale para quem se contenta com menos benefícios: nesse caso o C6 Black, um degrau abaixo, tende a resolver por uma anuidade e uma exigência menores.
Os dois são Mastercard Black do C6 Bank, mas ocupam degraus diferentes. O C6 Black é o cartão de entrada no premium do banco, com anuidade e exigência de isenção menores. O C6 Carbon fica acima: pede mais gasto ou mais patrimônio para zerar a mensalidade e, em troca, entrega acúmulo de pontos mais generoso, cashback de até 1,7%, mais adicionais e mais tags. A escolha se resume ao seu volume.
Se você gasta na faixa dos R$ 8.000 mensais ou tem patrimônio suficiente para a isenção do Carbon, e realmente usa os pontos e as tags, o Carbon devolve mais por real gasto e justifica o degrau. Se o seu gasto é menor e a isenção do Carbon fica difícil de bater, o C6 Black cumpre bem o papel de cartão premium por um custo e uma exigência mais baixos. Em uma frase: gasto e patrimônio altos, com uso pesado dos benefícios, apontam para o Carbon; do contrário, o Black tende a ser a decisão mais racional.
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