Comparar Empréstimos
Compare opções de crédito lado a lado e escolha a melhor para você.
Antes de comparar taxas, escolha a modalidade certa
O erro mais caro ao comparar empréstimos é olhar as taxas antes de escolher a modalidade. O que define quanto você vai pagar não é o banco, e sim a garantia por trás da operação. Por isso, a primeira decisão é sobre o tipo de crédito, e ela costuma seguir uma ordem de custo, do mais barato ao mais caro para quem tem acesso a cada opção.
Se você é aposentado, servidor ou trabalhador com desconto em folha, comece pelo consignado, que tem a menor taxa do mercado porque a parcela sai antes de o salário chegar. Se tem saldo no FGTS, a antecipação do saque-aniversário usa um dinheiro que já é seu. Se tem imóvel ou veículo quitado, o crédito com garantia libera mais e cobra menos. Só depois de esgotar essas portas o empréstimo pessoal entra na conversa, por ser a linha mais cara entre os empréstimos comuns.
Escolhida a modalidade, compare pelo CET, o Custo Efetivo Total, que soma juros, IOF, tarifas e seguros em um único percentual. A taxa mensal "a partir de" é um piso de propaganda, não a sua taxa. Peça a simulação com o CET e o valor total a pagar, mantendo o mesmo prazo entre as propostas, e prefira o menor prazo cuja parcela ainda cabe com folga: prazos longos derrubam a parcela e inflam o total de juros.
E leve o risco para dentro da conta. No crédito com garantia, atrasar pode custar o imóvel ou o carro. No consignado, comprometer toda a margem deixa você sem saída barata em uma emergência. Endividar-se além da capacidade de pagamento leva ao superendividamento, quando as dívidas passam a comprometer o mínimo necessário para viver. O empréstimo mais barato é sempre aquele que você consegue pagar sem arriscar o essencial.