C6 Black é um cartão de crédito do C6 Bank, com 1,2% de cashback, com programa de pontos Átomos / cashback. Compare condições e solicite aqui.
Grátis, sem compromisso
Anuidade
R$ 600
Cashback
1,2%
Programa de pontos
Átomos / cashback
Bandeira
Mastercard Black
O C6 Black é o cartão de entrada no segmento premium do C6 Bank: um Mastercard Black com anuidade de R$ 600 por ano que pode ser zerada dependendo do quanto você usa. A proposta do cartão C6 Black gira em torno de três coisas: acesso à sala VIP no aeroporto de Guarulhos, acúmulo de pontos no programa Átomos (ou cashback de 1,2%) e os benefícios que a bandeira Mastercard Black carrega por conta própria. Antes de pedir, vale entender como cada uma dessas peças funciona na prática e, principalmente, em que situação a anuidade some do seu extrato.
A anuidade cheia do C6 Black é de R$ 600 por ano, normalmente cobrada em 12 parcelas de R$ 50. O C6 Bank oferece dois caminhos para não pagar nada: gastar pelo menos R$ 3.500 por mês no cartão ou manter pelo menos R$ 20.000 aplicados em CDBs do próprio C6. Novos contratos podem vir com um período de 6 meses grátis, mas isso é promocional. Confirme no site oficial se a condição está valendo quando você for pedir.
Aqui está a conta que muita gente não faz: R$ 3.500 por mês é gasto real, não simbólico. Se você gasta R$ 1.500 no cartão e força a diferença só para bater a meta, está torrando dinheiro para economizar R$ 600. Não faz sentido. A isenção por gasto só vale se aquele consumo já aconteceria de qualquer jeito. Já a rota dos CDBs é interessante para quem tem esse dinheiro parado: R$ 20.000 rendendo em CDB do C6 continuam seus, rendendo juros, e ainda te livram da anuidade. É a forma mais indolor de zerar os R$ 600.
Na prática: se você não gasta R$ 3.500 por mês nem tem R$ 20 mil para deixar em CDB, o C6 Black vai custar R$ 600 por ano. Com cashback de 1,2%, você precisaria gastar cerca de R$ 50.000 no ano só para o retorno empatar com a anuidade. Faça essa conta antes de assinar.
O C6 Black deixa você escolher entre acumular Átomos, o programa de pontos do banco, ou receber cashback de 1,2% sobre os gastos. Não dá para ter os dois ao mesmo tempo, então a escolha pesa no bolso.
O cashback de 1,2% é o caminho previsível: você gasta R$ 1.000 e voltam R$ 12 em dinheiro, sem pensar em transferência de pontos, validade ou tabela de resgate. Para quem não viaja com frequência e não quer administrar milhas, cashback costuma ser a escolha mais racional.
Os Átomos fazem sentido para quem transfere pontos para companhias aéreas e sabe extrair valor acima de 1,2% por real gasto. Isso é possível em resgates de passagem bem escolhidos, mas exige tempo e conhecimento. Se você não é do tipo que acompanha promoção de transferência bonificada, o ponto acumulado vira dinheiro esquecido. Nesse caso, fique no cashback. Regra prática: viaja e curte o jogo das milhas, vá de Átomos; quer simplicidade e retorno garantido, fique no cashback de 1,2%.
O benefício mais concreto do C6 Black para quem viaja é o acesso ilimitado à sala Mastercard Black no Aeroporto de Guarulhos (GRU). Ilimitado aqui é literal quanto à frequência: você entra quantas vezes precisar em GRU. A limitação é geográfica. É a sala de Guarulhos, não uma rede global de centenas de salas como oferecem cartões de anuidade muito mais alta.
Para quem mora em São Paulo ou passa por GRU com regularidade, isso tem valor de verdade: uma refeição e um lugar tranquilo antes do voo, sem custo extra. Para quem voa saindo de outros aeroportos do país, o benefício some. Seja honesto sobre o seu aeroporto de origem antes de dar peso a esse item na decisão. O cartão também carrega os benefícios que a Mastercard Black oferece por padrão, como serviços de concierge e proteções de compra, que variam. Confirme a lista atualizada no site oficial.
O C6 Black vale a pena para quem gasta R$ 3.500 ou mais por mês de forma natural, ou tem R$ 20 mil para deixar em CDB do C6. Nesses casos a anuidade zera e você fica com sala VIP e pontos ou cashback de graça. Também compensa para quem passa por GRU com frequência e realmente usa a sala, e para quem já é cliente C6 e quer concentrar banco e cartão premium no mesmo app.
Não vale para quem gasta pouco no cartão e não tem como cumprir a isenção. Pagar R$ 600 por um cartão que você usa R$ 800 por mês raramente compensa. Não vale para quem voa por outros aeroportos e nunca passaria por GRU. E não vale para quem quer um cartão para começar a organizar a vida financeira: o C6 Black não é voltado para negativado e não é cartão de entrada.
Dentro do próprio C6 Bank, o C6 Black fica um degrau abaixo do C6 Carbon, o cartão mais premium do banco, que costuma ter anuidade e exigências maiores em troca de mais benefícios de viagem. Se a sala de GRU já cobre sua necessidade e você não quer pagar mais, o Black tende a bastar. Se você viaja muito pelo mundo e precisa de rede ampla de salas, aí a conversa muda para cartões de nível superior.
Comparado a outros cartões black de mercado, o diferencial do C6 é a flexibilidade da isenção via CDB: nem todo concorrente aceita saldo investido como forma de zerar a anuidade. Em troca, alguns concorrentes entregam sala VIP em rede internacional, e não só em GRU. A escolha depende de onde você voa e de como prefere zerar a anuidade.
Compare antes de decidir
Grátis, sem compromisso
C6 Black