Crédito com Garantia de Investimentos é uma modalidade de crédito do Santander com taxas a partir de 1,34% ao mês e prazo de até 72 meses. Compare condições e contrate online.
Grátis, sem compromisso
Taxa a partir de
1,34% a.m.
Prazo máximo
72 meses
Aprovação
na hora
Para negativado
Não
O Crédito com Garantia de Investimentos do Santander permite tomar dinheiro emprestado usando as suas próprias aplicações como garantia, sem precisar resgatá-las. Previdência, CDB, LCA, LCI e fundos mantidos no banco entram como lastro da operação, ficam bloqueados enquanto o contrato durar e continuam rendendo normalmente.
A lógica é simples. Como o banco tem um ativo seu retido, o risco de calote despenca e a taxa cai junto. Por isso essa linha parte de cerca de 1,34% ao mês, um patamar que um empréstimo pessoal comum raramente alcança. O crédito sai a partir de R$ 1.000 e pode ser pago em parcela única ou em até 72 meses, com aprovação praticamente imediata para quem já tem a aplicação no Santander.
Ao contratar, o Santander bloqueia uma parcela do seu investimento como garantia. O dinheiro segue investido e rendendo, mas você não pode resgatá-lo até quitar o empréstimo. O percentual bloqueado costuma ser maior que o valor tomado, porque o banco precisa de uma margem de segurança contra a oscilação do ativo.
Se você deixar de pagar, o banco pode usar a aplicação para quitar a dívida. Na prática, você perde o investimento em vez de ir para a inadimplência clássica, com negativação e cobrança. É um risco menos dramático que perder a casa ou o carro, mas ainda assim significa liquidar um patrimônio que provavelmente levou anos para ser construído, muitas vezes no pior momento possível.
Essa é a pergunta que decide a contratação. Resgatar uma aplicação pode custar caro em imposto de renda regressivo, perda de rentabilidade acumulada, quebra de carência ou saída de um fundo em momento ruim de mercado. Se o custo total do empréstimo ficar abaixo do que você perderia ao resgatar, tomar o crédito faz sentido financeiro.
A conta é objetiva. Some quanto o seu investimento rende no período do empréstimo, somado ao que você economiza de imposto ao não resgatar, e compare com o CET do crédito. Se o rendimento líquido supera o custo do empréstimo, você sai ganhando. Se não supera, resgatar é mais barato, e nenhum argumento de conveniência muda esse número.
A taxa parte de cerca de 1,34% ao mês. Como sempre, trate esse número como piso: a taxa efetiva depende do valor pedido, do prazo, do tipo de aplicação dada em garantia e da sua análise. Uma previdência de longo prazo e um CDB de liquidez diária não valem a mesma coisa como lastro.
O que importa mesmo é o CET, o Custo Efetivo Total, que soma juros, IOF e eventuais tarifas da operação. Peça a simulação com o CET e o total a pagar, e coloque esse número ao lado do rendimento projetado da sua aplicação. Duas propostas com a mesma taxa mensal podem ter CET diferentes, e é o CET que diz qual sai mais barata.
O crédito começa em R$ 1.000 e o prazo vai até 72 meses. O valor máximo depende do tanto que você tem investido e do percentual que o banco aceita comprometer de cada tipo de aplicação. Há a opção de pagar em parcela única, útil para quem sabe que terá o dinheiro em pouco tempo, ou de parcelar mensalmente.
Prazos longos aliviam a parcela e engordam o total de juros, e nessa linha o efeito é duplo: quanto mais tempo o contrato durar, mais tempo a sua aplicação fica bloqueada e indisponível. Se o objetivo é cobrir uma necessidade curta, um prazo curto preserva a liberdade do seu dinheiro.
Essa modalidade tende a valer a pena para alguns perfis:
O risco central é perder a aplicação em caso de inadimplência, justamente a reserva que existe para socorrer você em emergências. Um empréstimo garantido pela sua reserva de emergência transforma o seu colchão de segurança em colateral. Se a renda estiver instável, esse é um péssimo negócio.
Há também o bloqueio: durante todo o contrato, aquele dinheiro fica indisponível. Uma emergência real que apareça no meio do caminho encontrará a sua reserva travada. Evite essa linha se a aplicação em questão é a sua única reserva, se o objetivo é consumo supérfluo ou se o rendimento líquido do investimento não supera o CET do empréstimo. Contrate pelos canais oficiais do Santander e confirme as condições vigentes antes de assinar.
Para quem já tem aplicação no banco, o processo é curto:
Contra o crédito pessoal sem garantia, a diferença de taxa é grande e a aprovação é imediata. Contra o consignado, atende quem não tem desconto em folha, com custo comparável e sem depender de vínculo empregatício. Contra a garantia de imóvel ou de veículo, o risco é bem menor, porque o que está em jogo é uma aplicação financeira e não a moradia ou o carro, embora o valor liberado seja limitado pelo tamanho da sua carteira. E contra simplesmente resgatar o investimento, só vale se o rendimento líquido superar o CET. Faça essa conta antes de tudo.
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