Empréstimo Consignado Público é uma modalidade de crédito do Inter e prazo de até 84 meses. Compare condições e contrate online.
Grátis, sem compromisso
Taxa a partir de
Sob consulta
Prazo máximo
84 meses
Aprovação
em até 3 dias
Para negativado
Não
O Empréstimo Consignado Público do Inter é a linha destinada a servidores públicos vinculados a convênios elegíveis. As parcelas são descontadas diretamente do contracheque, a contratação é feita de ponta a ponta pelos canais digitais e a liberação sai em até 3 dias. O dinheiro não tem finalidade obrigatória.
Para o servidor, essa costuma ser a modalidade de crédito mais barata do mercado. A renda é estável, o vínculo tende a ser duradouro e a parcela sai da folha antes de o salário chegar. Do ponto de vista do banco, poucas operações são tão seguras, e o preço reflete isso. Quem tem acesso a esse crédito e mesmo assim usa cheque especial ou rotativo do cartão está pagando caro sem necessidade.
Consignado público não é um produto único. Cada órgão, prefeitura, governo estadual ou autarquia mantém convênios com um conjunto específico de instituições, e as regras de margem, prazo máximo e taxa variam de um para outro. O Inter atende os convênios em que está credenciado, e o seu órgão pode simplesmente não estar na lista.
Esse é o primeiro item a checar, antes de qualquer comparação de taxa. A verificação é feita na simulação, com o seu CPF e a sua matrícula, e é também o motivo pelo qual a liberação leva até 3 dias em vez de sair na hora: o banco precisa validar o vínculo e a margem junto ao órgão pagador. Se o seu convênio não for atendido, nenhuma condição anunciada se aplica a você.
A margem define quanto da sua remuneração pode ser comprometida com descontos em folha, e o percentual varia conforme o regime do seu órgão. Ela existe para impedir que os descontos consumam o salário, e é comum servidores descobrirem que uma parte dela já está ocupada por cartão consignado ou contratos antigos que seguem rodando.
Antes de simular, consulte a sua margem disponível no portal do servidor do seu órgão. Vale também deixar uma parte livre de propósito. Margem consignável é a sua reserva de crédito barato, e o servidor que a esgota inteira acaba recorrendo, na próxima emergência, a linhas que cobram várias vezes mais pelo mesmo dinheiro.
O Inter não divulga uma taxa fixa para essa linha, e não haveria como: o custo depende do convênio, do valor, do prazo e da análise. A sua taxa aparece na simulação, e é ela que vale, não o número que aparece em qualquer anúncio.
Exija o CET, o Custo Efetivo Total, que soma juros, IOF, tarifas e seguros eventualmente incluídos no pacote. Seguros embutidos são frequentes no consignado e, quando não são obrigatórios, podem ser recusados. Como servidores costumam ter acesso a vários bancos dentro do mesmo convênio, simule em pelo menos três e compare o total a pagar. Em contratos de anos, uma diferença pequena de taxa vira uma diferença grande de dinheiro.
A página oficial do Inter exibe prazos que chegam a 84 meses, mas essa apresentação tem foco em aposentados e pensionistas do INSS. Não trate esse número como o teto garantido do seu convênio de servidor: o prazo máximo é definido pelas regras do seu órgão pagador e aparece na simulação. Peça o limite aplicável ao seu caso antes de planejar a parcela.
Seja qual for o teto disponível, prazo longo merece uma segunda simulação. A parcela menor é uma vantagem real quando a margem é curta, mas o total de juros cresce de forma expressiva e o compromisso atravessa aposentadoria, mudança de cargo e reorganização de vida. Compare 36, 48 e o prazo máximo oferecido pelo total a pagar de cada cenário, não pela parcela, e escolha o menor que caiba no orçamento com folga.
Se você já tem consignado em outro banco, existe uma rota que não é contratar um crédito novo. A portabilidade transfere o contrato existente para uma instituição que cobre menos, reduzindo a parcela ou o prazo sem aumentar a dívida. Para quem assinou há anos, quando as taxas estavam em outro patamar, o ganho pode ser considerável.
Antes de tomar dinheiro novo, vale simular a portabilidade dos contratos atuais. Em muitos casos ela libera margem e melhora o orçamento sem que você se endivide mais, e às vezes isso já resolve o problema que motivou a busca por crédito.
A linha tende a valer a pena nestes perfis:
Servidores são o público mais assediado do crédito consignado, justamente porque representam o melhor risco do mercado. Ligações, mensagens e abordagens de correspondentes oferecendo dinheiro fácil fazem parte da rotina, e boa parte delas leva a contratos piores que os disponíveis nos canais oficiais. Alguns levam a golpes.
Nunca aceite proposta de quem ligar em seu nome, jamais pague qualquer valor adiantado para liberar crédito e não forneça senha do portal do servidor ou do Gov.br a terceiros. Evite contratar para consumo ou para cobrir despesas recorrentes: crédito barato ainda é dívida, e a facilidade do desconto em folha faz o compromisso desaparecer da vista enquanto o salário líquido encolhe por anos. Contrate somente pelos canais oficiais do Inter.
O processo é digital e pede alguma preparação:
Contra o empréstimo pessoal, o consignado público sai muito mais barato, e para um servidor essa é a comparação mais evidente do mercado. Contra o rotativo do cartão e o cheque especial, a diferença é ainda maior, e usar o consignado para quitá-los costuma reduzir bastante o custo do endividamento. Contra a antecipação do saque-aniversário do FGTS, tem a vantagem de não mexer no seu fundo de garantia, embora cobre juros sobre dinheiro emprestado. Contra a portabilidade de um contrato antigo, nem sempre vence: se você já tem consignado, simule a transferência antes de assinar um contrato novo. Decida sempre pelo CET e pelo total a pagar.
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